sábado, agosto 26, 2006

quinta-feira, agosto 17, 2006



Vi ontem A Batalha de Argel. Cheguei ao filme via John Milius, que numa entrevista diz que a Batalha e The Searchers são o supra-sumo da barbatana. Pergunto-me porque há tão pouco bruá acerca do filme. Sobretudo hoje.

sexta-feira, agosto 11, 2006

quarta-feira, agosto 09, 2006

264.978

Beneficiários com processamento do Rendimento Social de Inserção em Junho de 2006.

domingo, julho 23, 2006

Pop Culture

Já tinha deparado com uma frase de Gandhi no último do Robbie Williams. As leituras de férias levaram-me a identificar também uma de Santo Agostinho. Toda a arte é criada em contexto e joga em tais reconhecimentos, mas por vezes estes não são exactamente os que esperaríamos. Levanta-se assim a questão de saber se existe popalhada posh camuflada no próprio coração do hit parade e, no caso afirmativo, qual a relação entre os seus consumidores que estão ou não habilitados à perversa forma de distinção que consiste em reconhecê-la como tal.
Fui pitagórico enquanto criança: detestava favas.

domingo, julho 16, 2006

sexta-feira, julho 07, 2006

Revivalismo II

Não partilho dos traumas causados pelo Marco a todo uma geração .......... pois... simplesmente o Marco não fez parte da minha infância... nem o Marco nem a mãe de quem tanto ouvi falar ao longo dos ultimos 25 anos. A minha infância televisiva começou com a ilha das crianças e com o chapi chapo mas rapidamente passou para o goldorak que competia com o desenho animado da minha irmã a Candy, sem qualquer hipotese para a Candy. Juntos víamos a Heidi... mas em alemão...Vindos do espaço tinha o capitão Flam, o San ku kai (não liguem ao ganso... está a mais), lembro-me que dava ao sábado e era o meu preferido, e o Ulysses 31, no princípio dos 80´s que dava no canal regional, um produto regional que fez sucesso no mundo inteiro... o Marco da infância da maior parte de vós, não estava lá... infelizmente, só ouvi falar dele quando cá cheguei.. tinha 9 anos. A partir daí temos em comum isto... e do espaço esta série

quarta-feira, julho 05, 2006

O nacionalismo é demasiado bom para que o abandonemos aos fachos. Infelizmente, a nossa intelligentsia tem um reflexo condicionado face ao desporto de massas: ao som do apito do árbitro abocanha de imediato o ganho de distinção. Volta Adorno, estás perdoado.

NOT!

terça-feira, julho 04, 2006

Boaventura de Sousa Santos

"As pessoas e os grupos sociais têm o direito a ser iguais quando a diferença os inferioriza, e o direito a ser diferentes quando a igualdade os descaracteriza"

sábado, julho 01, 2006

Agradeço também ao Professor Freitas do Amaral a agradável supresa que foi o seu serviço à pátria como Ministro dos Negócios Estrangeiros do XVII Governo Constitucional. Votos de rápidas melhoras.
Ricardo: para a Inglaterra, o serafim às portas do Éden.

domingo, junho 25, 2006

A long time ago...

Ando numa de revivalismo... andei na net e encontrei uns clips que já não via há....

desde a Minogue há mais de 20 anos atrás... à roupinha das doce no festival ver... ou ainda à Sabrina e os saltos na piscina, passando por aquela música dos Europe que tivemos que gramar durante muito tempo, meses a fio porque na altura o nº um do top era o mesmo durante meses... e vejam a bela montagem do festival da canção a introduzir o sobe, sobe balão sobe em 1979... divirtam-se...

quarta-feira, junho 21, 2006

Ainda a propósito de valores

Ocorreu-me disponibilizar aqui um link para o working paper de Maria Fátima Rocha e Aurora A. C. Teixeira que liga corrupção e copianço. Boa leitura.

quarta-feira, junho 07, 2006

Febra de The Rebel Sell

In fact, the critique of mass society has been one of the most powerful forces driving consumerism for the past forty years. (Heath & Potter, 2006 [2005]: 101)

quinta-feira, junho 01, 2006

A avaliação dos professores

De avaliações de desempenho arbitrárias já está o país cheio. Os professores têm de ser avaliados pelo residual dos resultados dos seus alunos em exames nacionais em condição de double blind, obtidos a partir de um modelo de regressão que tenha por variáveis independentes o capital cultural da família de origem dos alunos e a formação que estes tiverem recebido anteriormente, o que defenderá os professores que têm alunos difíceis e lhes permitirá, se for caso disso, alcançar as melhores notas. Nada complicado para quem saiba um mínimo de estatística e de sociologia. O que me surpreende é que ante tal simplicidade se proponham metodologias manhosíssimas, capazes de desgraçar ainda mais a relação de poderes no interior do sistema de ensino.